Justiça restaurativa como caminho de cuidado nas relações e prevenção da violência

Autores

DOI:

https://doi.org/10.56183/vox.v4i2.653

Palavras-chave:

Justiça restaurativa. Transformação de atitudes. Psicologia social. Prevenção da violência. Processos circulares. Pertencimento. Violência estrutural. Paz positiva.

Resumo

Este artigo analisa a Justiça Restaurativa como uma abordagem relacional que promove transformação de atitudes, entendidas, à luz da psicologia social, como uma organização duradoura de crenças, afetos e predisposições à ação orientadas a um objeto social (Rodrigues et al., 2009). Com base nessa concepção e por meio de um caso ilustrativo real (com nome fictício), examina-se como os processos circulares propostos por Kay Pranis favorecem mudanças profundas na forma de pensar, sentir e agir diante de situações de conflito e violência. Destaca-se, ainda, o papel preventivo desses círculos na construção e no fortalecimento de vínculos, promovendo o sentimento de pertencimento e contribuindo para a superação das violências estruturais. Nesse contexto, a Justiça Restaurativa é compreendida como promotora de paz positiva, nos termos de Johan Galtung.

Referências

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Publicado

2025-09-30